sábado, 23 de janeiro de 2010

O 4º embate

Um ano depois, mais especificamente um ano e cinco meses depois, volta a realizar-se um jogo da selecção nacional. Foi o quarto da sua história e, de novo, mais do mesmo. Os protagonistas foram os mesmos dos embates anteriores, voltando a defrontar-se Portugal e Espanha. De novo um embate em solo luso e novamente em Lisboa. Estávamos então no dia 15 de Maio de 1925 e, uma vez mais, o resultado final seria favorável aos espanhóis, saldando-se por uma derrota 2-0 favorável a Espanha.

Desta vez foram seis os clubes que cederam futebolistas para este quarto jogo da selecção portuguesa de futebol. O único clube fora da capital a ceder jogadores encontrava-se não a norte (o único anteriormente havia sido o Porto), mas sim a sul. Seria então o estreante Olhanense, um clube em crescimento que havia ganho o campeonato na época 1923/1924, a deter esse feito. Mas não seria o único clube estreante nestas andanças de ceder jogadores à selecção, pois seria acompanhado neste feito pelo Carcavelinhos, outro dos clubes que começava a destacar-se na zona de Lisboa. Os clubes que cederam jogadores à selecção foram então: Sporting - com 3 jogadores; Benfica, Belenenses e Olhanense - com 2 jogadores cada; Carcavelinhos - com 1 jogador.

Foram 2 os jogadores que obtiveram a sua terceira internacionalização. Outros 3 obtiveram a sua segunda internacionalização, sendo 6 os debutantes:

Guarda-redes

Defesas
Médios
Avançados

sábado, 16 de janeiro de 2010

Jesus Crespo

Jesus Muñoz Crespo, nasceu no ano de 1899, em Lisboa (†, 11 de Setembro de 1979).

Foi uma figura ímpar nos primeiros anos do futebol benfiquista. Era um avançado notável e um exímio goleador tanto mais que em 1924 atingiu o estatuto de máximo anotador do Benfica (foi superado em 1933, por outro grande nome - Vítor Silva). Benfiquista dos quatro costados, entrou para o clube com apenas 14 anos como sócio e jogador e, a partir desse momento, dedicou-lhe toda a sua vida. Não seria pois de estranhar o facto de lhe ter sido atribuída a distinção máxima do clube da luz (a "Águia de Ouro"), numa altura em que ainda o representava enquanto jogador. Embora fosse a terceira vez que esta condecoração era atribuída, seria no entanto a primeira efectuada a um jogador.

Pelo clube encarnado conquistou 2 Campeonatos de Lisboa (a principal competição entre clubes da época). Após isso, foi chamado a representar a selecção nacional, conseguindo 1 internacionalização.

O único jogo que fez por Portugal foi o terceiro jogo da mesma, que decorreu a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Palmarés:


Fonte: Enciclopédia do Desporto

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Fernando António

Fernando António, nasceu a 30 de Abril de 1899 em Lisboa.

Era um bom avançado e foi um dos companheiros de Alberto Rio na frente de ataque do Belenenses. Viria a repetir este facto na selecção nacional, quando por ela efectuou o seu único jogo e se tornou o 2º internacional de sempre do clube da cruz de Cristo. Alcançou, por isso, somente 1 internacionalização.

Foi um dos indiscutíveis que participou na conquista por parte do Belenenses do seu primeiro troféu nacional, o Campeonato de Portugal de 1926/27, numa final realizada em Lisboa, contra o Vitória de Setúbal (vitória por 3-0). A internacionalização, essa, havia chegado alguns anos antes.

O único jogo que fez por Portugal foi o terceiro jogo da mesma, que decorreu a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Palmarés:


Fonte: Belenenses Ilustrado

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Balbino da Silva

José Balbino da Silva, nasceu a 23 de Janeiro de 1896, na cidade do Porto. Foi o segundo jogador não pertencente a um clube da capital que alinhou pela selecção nacional. Tal como o seu antecessor Artur Augusto, o primeiro a conseguir tal desiderato, também ele jogava à altura pelo Porto, vindo por isso a tornar-se no seu 2º internacional de sempre. Alcançou somente 1 internacionalização.

Avançado de boa compleição física, foi de grande utilidade na conquista por parte do Porto, dos seus dois primeiros troféus nacionais, os Campeonatos de Portugal de 1921/22 e 1924/25. Na primeira conquista ainda jogava lado a lado com Artur Augusto, facto que não se repetiu na segunda conquista, com final realizada em Viana do Castelo. Como detalhe fica ainda a referência a que ambos os títulos foram conquistados a expensas do Sporting.

O único jogo que fez por Portugal foi o terceiro jogo da mesma, que decorreu a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Palmarés:

  • 2 Campeonatos de Portugal (Porto)

Fonte: O BAÚ DOS CROMOS

domingo, 20 de dezembro de 2009

Filipe dos Santos

Joaquim Filipe dos Santos, foi outro dos gloriosos que, ao serviço do Sporting, venceu o primeiro troféu a nível nacional da história deste clube, o Campeonato de Portugal da época 1922/1923, ganho em Faro, numa final disputada contra a Académica. Era um médio de grande nível e formava, juntamente com o seu colega Henrique Portela, uma das melhores linhas médias da altura.

Foram os dois chamados a representar as cores de Portugal embora, ao contrário do seu colega que alcançou duas, só tenha alcançado 1 internacionalização, claro está ao serviço do Sporting.

O único jogo que fez por Portugal foi o terceiro jogo da mesma, que decorreu a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Palmarés:
Fonte: Enciclopédia do Desporto

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Joaquim Ferreira

Joaquim Ferreira foi outro dos grandes obreiros que ajudaram o Sporting a vencer o seu primeiro troféu a nível nacional, o Campeonato de Portugal da época 1922/1923, ganho em Faro, numa final disputada contra a Académica.

Após esta excelente época, não foi de estranhar a sua chamada à Selecção Nacional, feito que ocorreu por duas vezes. Este seguro defesa alcançou então 2 internacionalizações ao serviço do Sporting.

A sua estreia na selecção nacional ocorreu no terceiro jogo da mesma, que decorreu a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Despediu-se da mesma no jogo seguinte, disputado a 15 de Maio de 1925, em Lisboa, de novo contra a Espanha (derrota 0-2).

Palmarés:
Fonte: Enciclopédia do Desporto

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Francisco Vieira

Francisco Vieira, nasceu a 26 de Agosto de 1899, em Lisboa.

Brilhou no Benfica na primeira metade dos anos 20, numa altura em que o clube ainda não havia explodido como potência futebolística e conquistado qualquer prova de âmbito nacional. Era um guarda-redes seguro que destacava no clube encarnado e, por isso, não foi de estranhar a sua chamada à selecção nacional para substituir Carlos Guimarães, o anterior cliente na baliza portuguesa e que havia efectuado os 2 primeiros jogos.

Tornou-se assim no segundo guarda-redes da história da selecção nacional e o primeiro nessa posição, ligado ao clube da Luz, entrando dessa forma para os livros de história do clube.

Efectuou 3 jogos consecutivos em representação de Portugal e por isso alcançou 3 internacionalizações, sempre ao serviço do Benfica.

A sua estreia pela selecção deu-se aquando do terceiro jogo da mesma, a 16 de Dezembro de 1923, em Sevilha, contra a Espanha (derrota 0-3).

Despediu-se da mesma a 18 de Junho de 1925, em Lisboa, contra a Itália, na 1ª vitória de sempre da selecção (vitória 1-0).


Fonte: vedetaoumarreta.blogspot.com